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Dores da Alma


Segunda a Bíblia a Alma é traduzida como a vida de uma pessoa, de um ser que vive por ter um coração batendo e ter apetites.
O conceito básico de "espírito" e "alma" é encontrado no texto de Gênesis 2:7, onde é mencionado o processo utilizado por Deus na criação do homem: "Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida (neshamah), e o homem passou a ser alma (nephesh) vivente".

Para João Calvino, fundador do calvinismo, o espírito e a alma são distintos, sendo a alma imortal.

Segundo o Espiritismo, a alma é o espírito encarnado consistindo-se no princípio inteligente do Universo, ser real, circunscrito, imaterial e individual que existe no ser humano e que sobrevive ao corpo, estando sujeita à Lei do progresso, ou seja, a se aperfeiçoar por meio da Reencarnação em várias encarnações progressivas até atingir a perfeição, o estágio de Espírito Puro, quando não tem mais a necessidade de reencarnar.

Para os irmãos do Núcleo Espírita Nosso Lar a alma é o centro de todas as potencialidades do ser humano. É dela que emanam os pensamentos, a inteligência, os pendores artísticos, a percepção científica, o caráter, a intuição e a própria consciência.
A ação dos pensamentos, diante disso, revela-se fundamental, podendo causar doenças e dificuldades na vida, quando impregnados de emoções negativas; como também, podem promover saúde e bem-estar, quando impregnados de emoções positivas.

Movidos pelo propósito de estimular o progresso nos diferentes campos da Ciência, alguns autores mostram o valor do pensamento para o progresso nos diferentes setores da Medicina.

Miguel Couto, extraordinário professor de Clínica Médica quando encarnado dizia: "A ciência mental, com base nos princípios que presidem a prosperidade do espírito, será, no grande futuro, o alicerce da saúde humana. No pensamento residem as causas."

Do mesmo parecer é Dr. Joaquim Murtinho: "O pensamento, qualquer que seja a sua natureza, é uma energia e tem seus efeitos".

E para o Dr. Roberto Brólio, que exerce Clínica Médica há mais de 45 anos no estado de São Paulo, nos afirma: "A prática da Medicina deverá encontrar novos caminhos para alcançar um paradigma condizente ao exercício profissional, fundamentado no conhecimento da alma e no conceito segundo o qual as ações médicas deverão ser realizadas sob a égide do amor fraterno, procurando ver o doente além do seu corpo físico e da sua mente, alcançando a grandeza da sua alma. É na alma que se encontram as raízes de inúmeras doenças."

 
 

Dessa maneira, compreende-se que o pensamento seja indutor da saúde ou das doenças, e estas se manifestam por sintomas orgânicos, psíquicos ou psicossomáticos. Em geral esses sintomas não são identificáveis pelos recursos de diagnóstico disponíveis e se manifestam, inicialmente, por sintomas psíquicos como ansiedade, inquietação, angústia, temores, insônia, depressão, insegurança, baixa estima, medos, que podem acompanhar-se de sintomas físicos como dores localizadas ou generalizadas, distúrbios funcionais digestivos, respiratórios, circulatórios, hepáticos e outros, fazendo com que as pessoas acometidas passem intermináveis períodos de sua existência, atormentadas pelo sofrimento.

O controle dessas patologias deve basear-se, essencialmente, na terapêutica médica especializada e, paralelamente, contar com a assistência e atividades de educação espiritual, sob a responsabilidade de instituições idôneas, da preferência do necessitado, esclarecendo o indivíduo da necessidade de elevar-se, pela ação e pelo merecimento, como herdeiro de Deus, digno de participar da grandeza do Universo.



Por que as almas se fragmentam?

A grande maioria das pessoas procura o consultório do profissional da área de saúde por não se sentir bem com aqueles sinais e/ou sintomas que estão apresentando há muito ou pouco tempo.

O mal-estar, a sensação de desconforto e a dor mobilizam o indivíduo a fazer algo para recuperar a harmonia, o bem-estar, o ficar curado; cura esta que, tanto para o terapeuta quanto para o cliente, seria não apresentar mais aqueles sinais ou sintomas de ordem física, mental ou emocional; isto significa, simplesmente, voltar ao estado anterior à doença: ficar assintomático.

De uma maneira geral, a saúde é encarada como se fosse um estado de não-doença, de não mal-estar ou dor, quando o indivíduo pode continuar a levar a sua vida sem grandes alterações ou questionamentos.

É muito mais fácil tomar um medicamento para aliviar uma dor de cabeça, do que compreender a mensagem que o organismo está sinalizando. Somos muito imediatistas, tratamos apenas das aparências, não buscamos a origem ou as causas de nossas doenças.

Será que saúde é algo estático? É simplesmente não apresentar qualquer sintoma?

Se o homem fosse uma máquina e todas as suas engrenagens funcionassem perfeitamente, independente de fatores externos ou internos, provavelmente, a resposta a essas perguntas seria sim.

Se assim fosse, uma mesma doença apresentaria sempre os mesmos sinais e sintomas, o tratamento seria sempre o mesmo, independente do indivíduo, e, rapidamente, teríamos o restabelecimento das funções normais.

Como podemos analisar saúde-doença, essas duas polaridades, numa perspectiva energética?

 
 

O universo, segundo a visão da medicina chinesa, encontra-se em um estado de equilíbrio dinâmico, com todos os seus elementos oscilando entre duas forças opostas, interdependentes e complementares, conhecidas como Yin e Yang.

O corpo humano possui uma inteligência fisiológica cuja função básica é manter a homeostase do organismo diante de todos os estímulos do mundo exterior e interior.

O equilíbrio é conseguido através da livre circulação de energia no organismo, assim como através das trocas contínuas entre o corpo e o meio ambiente. Esse fluxo contínuo de energia nos mantém vivos.

Quando a circulação de energia não ocorre de uma maneira adequada surgem as doenças.

Nosso corpo vai sinalizando, com muita antecedência, o desequilíbrio através de pequenas alterações funcionais sem substrato físico; isto é, não há nada a nível orgânico que justifique aqueles sinais ou sintomas.

Com a não valorização desses sinais e a manutenção do mesmo padrão de vida, as alterações físico-químicas vão-se cronificando, se solidificando até atingirem o segmento físico; a doença passa a se expressar em algum tecido, órgão ou víscera, acompanhada de padrões mentais e emocionais bem determinados.

Saúde e doença são aspectos de um mesmo movimento.

Através do desequilíbrio atingimos novo equilíbrio, uma nova frequência, um novo patamar energético.

No período de transição para esse novo padrão, vivencia-se a doença.
Ela não é considerada como algo estranho, mas, sim, a consequência de um conjunto de fatores que culminam em desarmonia e desequilíbrio.

É através da doença que alcançamos saúde.

Verifica-se, com certa frequência, em pacientes com doenças graves ou terminais, relatos acerca de estarem vivendo melhor ou mais saudavelmente, a partir do momento em que se conscientizaram de sua doença.

Para vivermos em harmonia, precisamos ter flexibilidade e disposição para um grande número de opções de interação para com o meio ambiente.

Sem flexibilidade não há equilíbrio.

Períodos de saúde precária são estágios naturais na interação contínua entre o indivíduo e o meio onde ele está inserido.

Estar em desequilíbrio significa passar por fases temporárias de doença, nas quais se pode aprender a crescer.

A doença é uma oportunidade para a introspecção, de modo que o problema original e as razões para a escolha de certa via de fuga possam ser levadas a um nível consciente onde o problema possa ser resolvido.

A função básica do terapeuta está em espelhar a verdade para o paciente, ajudá-lo a desenvolver uma consciência do processo de vida e dos mecanismos (obstáculos e ilusões) que se criam para gerar as principais doenças da alma; e, também, poder ajudá-lo a entrar em sintonia com seus próprios recursos de cura, possibilitando o resgate da autoestima, da aceitação e do perdão.

Como diz a música de Milton Nascimento e Fernando Brandt, "o que importa é ouvir a voz que vem do coração", curar-se é abrir o canal de comunicação, é fazer-se entrar em contato com a própria essência, é despertar para a capacidade de ser, estar, criar e descriar, sonhar e realizar.

Essa autodescoberta é o caminho da autocura, que nada mais é do que resgatar o amor próprio.

Aqui na Benzedeira podemos ajudar você a sentir melhor. Venha conversar com a gente.



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O conteúdo encontrado no site é apenas para fins informativos e não é de caráter médico. Não aconselhamos que as terapias sejam um substituto para tratamento de qualquer doença ou condição de saúde e nem deve ser interpretado como tal.
Entre o tratamento médico tradicional e o holístico fique com os dois.

Referências bibliográficas
Site Núcleo Espírita Nosso Lar.
Site Esperança


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